~~~~~ Filosofias Salgadas (Morto) | Oceano Pensante (Renatito) ~~~~~


domingo, dezembro 31, 2006
Conversa de bar...

-É amigo... Isso é o desemprego!
-Pois, pensei que fosse um bar...
-Ora, homem! Tu me entendeste. Falo da minha situação, um representante da classe média assalariada.
-Pois, sim!
-Claro! Corro atrás da máquina pelos que já não podem mais correr - e são tantos os esquecidos da nossa Nação...
-Pois, sim!
-Sim, claro que sim! Porque quem está lá em cima, subjuga os de baixo, mas são justamente aqueles que bebem vinho do nosso suor!
-Por isso eu bebo cachaça...
-Mas, homem! Isso é metonímia, uma força de expressão, o vulgo dito popular, a sabedoria do povo!
-Pois, sim!
-Quer saber? Chega de branquinha por hoje. Tu já bebeste demais, não falas coisa com coisa. Depois eu que sou louco...
-Pois, não! Pois, sim!

Nisso, deu de ombros. Pagou a conta no caixa - contando os trocados que lhe restavam nos diversos bolsos - e saíram, abraçados, apoiando-se um no outro: ele e seu amigo imaginário.




sexta-feira, dezembro 29, 2006
Calvin & Hobbes




quinta-feira, dezembro 28, 2006
Fallen Art

Animação genial do artista Tomasz Bagiński, relativamente conhecido pela criação de outra animação excelente, The Cathedral, tendo sido esta, indicada para categoria de animação numa festa do Oscar. A animação a seguir é uma crítica, um tanto recatada, sobre o exército e suas virtudes. Mais informações, no site: http://www.fallen-art.com/index.html

Segue abaixo uma breve descrição da pequena obra:
  • Fallen Art apresenta a história de General A, que se auto-proclama "artista". Sua arte, contudo, consiste num método grosseiro de fotografia stop-motion, em que cada frame do filme é criado por fotografias tiradas pelo Dr. Johann Friedrich, sendo essas, representações de corpos de soldados mortos, que foram empurrados pelo Sargento Al de cima de uma torre gigante rumo a um bloco de concreto.

    Tradução livre do artigo contido em http://en.wikipedia.org/wiki/Fallen_Art




sábado, dezembro 23, 2006
MirrorMask


Com o passar dos anos, a gente perde a fantasia da infância e esquece de como é bom ter ilusões. Com o passar dos anos, é necessário ser responsável, e conseguir um emprego, e ter uma família, e ter como se sustentar e a seus protegidos... E esquecer das fantasias em definitivo.

Vamos martelando isso, sempre. Temos que nos convencer, e por isso repetimos diversas vezes: responsabilidades, amadurecimento, emprego, dinheiro... E assim vamos tendo a impressão do nosso desenvolvimento pleno. Essa lavagem cerebral constante que permite que nos esqueçamos de como é bom ter ilusões, do quanto é bom ter um lado criativo e do quanto as pessoas e esse mundo tão real e palpável podem ser cruéis...

Eu nunca parei para pensar nisso, mas acho que eu sempre quis estar além do meu presente. Aquela coisa de pensar que o futuro reserva algo melhor. Eu pensava assim na infância e ainda o penso agora - isso poderia ser até um bom sinal, o de que eu não saí realmente da infância, se a realidade implacável não me provasse o contrário.

É duro ter que enfrentar a vida real, mas pior do que isso é ter de enfrentá-la sem esperanças, sem ilusões e fantasias. E quando se nota que nunca realmente as tivemos, isso torna a rocha ainda mais sólida. Dai, corremos desesperados em sentido contrário, num resgate, nem sempre possível, das coisas boas e decentes que deixamos pra trás. A experiência do dia-a-dia é válida, mas não sem nossas impressões pessoais: essas fantasias infantis.

Qual o problema em encarar o mundo tão negro quanto ele é, mas com nossas lentes em matizes coloridos? Se o mundo não é justo, ou se ele é sem graça, devemos então agir como juizes e como artistas para torná-lo um lugar melhor. E não adianta negar as ilusões: elas existem e devem ser respeitadas, porque são reais!

O que dá medo é simplesmente seguir em frente, sem saber ao certo o porquê disso. Dá medo acordar e pensar pura e simplesmente, no lado racional das coisas. Somos passionais, sentimentais e potencialmente sonhadores. Mas agimos como matemáticos tentando explicar o que é Deus. Até quando vamos olhar para as crianças e ver apenas um potencial? Já fomos crianças e, quando desse tempo, imaginávamos o mundo de uma maneira muito melhor do que ele realmente sempre fora. Na verdade, a criança não é um potencial: a criança é o ideal de todos. Como adultos, deveríamos ser mais infantis, e resgatar as ilusões e as artes que abandonamos com a emancipação que uma vida de responsabilidades nos impõe.

Eu sempre quis ver o futuro. Agora, tenho vontade de rever o passado...




quinta-feira, dezembro 21, 2006
Profumo di donna


Perfume de Mulher é um filme excelente - aquele com o Al Pacino. Porque o outro, a primeira versão da novela de Giovanni Arpino, é bem ruinzinho.

A história é a mesma: o coronel cego e ranzinza passa o tempo todo esculachando o pobre do guri que o acompanha. A questão é que o primeiro filme não possui um enredo envolvente - aquela história de a gente se identificar ou, pelo menos, "confidenciar" com o protagonista.

Talvez o ponto positivo do filme seja este: Agostina Belli. Que mulher, meu Deus! Parafraseando os napolitanos do filme: "Belíssima! Belíssima!"

É possível que essa primeira versão passe novamente na ULBRA TV, canal, aliás, que tem exibido alguns clássicos freqüentemente. Outro dia passaram a Odisséia de Homero. Noutro, Diário de Um Adolescente, que necessariamente não é um clássico, mas é um filme bem legal mesmo assim.

Buenas, se você não tiver nada melhor para fazer, vale a pena curtir esta primeira versão do Perfume de Mulher e se deleitar com os lindos olhos verdes (ou azuis, "olhos de ressaca") de Agostina Belli. E acredite: esta foto que pus aqui não faz jus a beleza que ela mostra no filme... Eu a vejo e penso que eu deveria ter nascido alguns anos antes! Belíssima!




quarta-feira, dezembro 20, 2006
Night At The Museum

Nossa! Esse filme será muito legal! Com certeza será muito divertido, - notem quem faz o Teddy Roosevelt: é o Robin Williams! - mas tanbém será uma aula de história.






terça-feira, dezembro 19, 2006
Eu tenho uma bomba maior do que a sua!

Na natureza, impera a lei da soberania do mais forte. Com os leões, por exemplo: o mais agressivo e briguento dos machos terá o direito de montar em tantas fêmeas quantas estiverem disponíveis. E assim é com o lobo, com os antílopes, com os elefantes...

Com as lulas essa regra também é válida. Entretanto, a lula possui uma característica interessante, que é a de mudança da sua tonalidade do couro e dos desenhos que este possa apresentar. As fêmeas têm cores e desenhos que as diferem dos machos, de forma que o macho dominante - o mais forte e viril - irá "carcar" todas as lulas que possuirem o característico tribal desenhado em seu lombo. No entanto, esta facilidade de metamorfose permite que um macho, por exemplo, se faça passar por fêmea. E isso é muito útil quando não se é o macho dominante: enquanto o "lula fortão" se exibe e combate todos os possíveis adversários, o "lula fraquinho" se faz de donzela e engana os outros, traçando discretamente, enquanto os "machões" digladiam, a lula fêmea.

Esse exemplo da lula é só para provar que a lei da sobrevivência do mais forte não tem relação necessariamente com a força. Outra espécie que demonstra isso com exímia prolixidade é a dos humanos. Nos humanos fica mais definido o que realmente importa: não a força, mas sim o poder. Pois, veja: Arnold Schwarzenegger tornou-se mais reconhecido e admirado após a sua reeleição como governador da Califórnia, do que como fisioculturista ou como o "Terminator" do "Exterminador do Futuro". É uma questão de demonstração de poder.

Se sou presidente dos Estados Unidos e possuo todo um admirável poderio bélico em minhas mãos, não importa que eu seja pouco mais inteligente que um chimpanzé ou que tenha a força de um "hamster": serei um homem muito bem quisto pelas mulheres e poderei disseminar meus "gens" malditos pelo mundo...

Claro, na raça humana existem valores do tipo: integridade, honestidade, caráter, bondade, etc. Mas é difícil competir quando algum argumento passa dos seis dígitos...

O que importa é que vivemos num mundo de valores estabelecidos não pela natureza, mas sim pela humanidade. A soberania do mais forte não diz respeito ao poder, ou a beleza, ou a cor da pele, dos olhos, do cabelo. A lei do mais forte diz que sobrevive quem conseguir superar os obstáculos que nos são naturalmente impostos. Como a lula, por exemplo, que usa da inteligência para contornar e evitar um embate iminente.

Nós também utilizamos a inteligência, sim, é óbvio. A inteligência e nosso raciocínio perspicaz. Mas a diferença é que a utilizamos para criar novas regras que definem quem é mais forte. Nós estabelecemos que os cifrões dizem mais a respeito de mim, do que quem eu sou e quais os meus valores como ser humano. Porque, afinal, o mundo todo pode ser comprado com dinheiro!

Enquanto isso, a mãe Natureza tudo vê. Ela não está mais silenciosa como outrora - temos maremotos, o aquecimento global, tempestades... Mas também não demonstrou todo o seu poderio bélico. E quando ela o fizer, as ogivas nucleares parecerão foquetes daqueles que usamos nos finais de ano.




domingo, dezembro 17, 2006
Calvin & Hobbes





Acho que mais ou menos um ano e meio é passado, desde que saí da Atento. Desde então, encontrei alguns colegas e amigos apenas acidental e esporadicamente. Nunca mais compareci a nenhuma reunião ou churrasco, sempre por um motivo ou por outro: trabalho, cansaço, outro programa para o final de semana...

Mas ando numa fase talvez saudosista, talvez de reconhecimento e resgate do que realmente importa. Uma onda de sei-lá-o-que me invadiu, e de repente percebo que é muito bom rever - e reaver - este pessoal, ou qualquer pessoa que tenha feito algum sentido em determinado momento de minha vida. Me dei conta, assim: "Puxa, é isso que importa! Mesmo!". Pois é, porque minha vida é composta por outras. Meus amigos, meus colegas, meus relacionamentos de forma geral: esse cruzamento de pontos de vista diferentes é o que me compõe como eu sou. Não nego minhas influências, e elas vêm de qualquer lugar, necessariamente não boas ou más, mas necessárias para meu aprendizado e amadurecimento.

Afora tudo isso: fizemos uma reunião na casa da Vanessa neste último fim de semana. Estavam lá: a dona da casa, Bebel, Sandro e um amigo dele, - Miguel, se não me falha a memória - Maurício e sua namorada, Elias, Andréia e Rodrigo (este último foi embora mais cedo). Foi muito divertido! Conversamos e bebemos cervejas a noite toda. Pusemos todos os assuntos em dia e só lamentei o não comparecimento da Kátia, uma das minhas ex-colegas mais estimadas e que ganhou um bebê há pouco tempo. Aliás, poucos conhecem a criança, e a Kátia havia prometido que levaria a criança para conhecermos. Mas tudo bem! Foi bom mesmo assim!

E o melhor de tudo: houve um momento, lá pelas duas da manhã, que a cerveja acabou. Então saímos para comprar mais em algum barzinho. A casa aonde estávamos reunidos é na André da Rocha e por haver diversos bares ali por perto, circulamos até achar algum menos "expensivo".
Acabamos na José do Patrocínio, e lá eu encontrei uma amiga minha, das antigas: Eri. Conversamos um pouco. Eu queria ter continuado ali, mas acabei voltando com o pessoal mesmo. Entretanto, peguei o telefone dela... E vamos ver se consigo por em prática meu plano: retomar um contato mais íntimo com ela, porque ela é mais uma das pessoas que tiveram grande influência no que sou hoje, e porque gosto e sinto saudade dela.

Enfim... Não me ocorre mais nada agora. Acho que já me expus bastante por ora. É interessante ser um pouco intimista de vez em quando, afinal as histórias sobre pessoas sempre nos dizem alguma coisa. Espero que as minhas digam alguma coisa a alguém, algum dia.




sexta-feira, dezembro 15, 2006
Consciência ecológica

Acabei de tomar meu terceiro banho hoje - e olha que eu não sou dos mais "hidrófilos". Aqui em Porto Alegre, faz cerca de 35°C segundo a meteorologia, e a sensação térmica é de uns 40°C. E o que eu tenho a ver com isso?

Cresci escutando reclamações sobre o buraco na camada de ozônio. Cresci sabendo de prognósticos sobre o derretimento das calotas polares. A questão é que apesar de tudo, eu cresci sem conhecer qualquer atitude efetiva das autoridades responsáveis, contra tal situação. Existe o protocolo de Kioto, mas, cá entre nós, é placebo contra um câncer! Além de que os principais emissores dos gases causadores do efeito estufa - os Estados Unidos - sabidamente rejeitam as diretrizes do tratado em prol do "desenvolvimento econômico de sua nação". Ou seja: eles terão o maior bote salva-vidas do mundo, quando o derretimento das geleiras for total.

Tudo isso é uma visão pessoal contra os governos do mundo, que cada vez mais se mostram ineficazes contra os maiores problemas que afligem a humanidade - e tudo isso é "chover no molhado" também, porque todos sabem disso e todos falam exatamente como supracitei.

Daí, eu questiono novamente: e o que eu tenho a ver com isso? Bem... Eu não dirijo nem muito menos sou dono de nenhuma petrolífera, ou qualquer outra empresa de qualquer gênero que polua o ar e as águas. Além disso, procuro ser o mais ecologicamente correto dentro das minhas ações... Ou não?

Por que, veja: eu como carne. A população de bovinos no planeta supera em seis vezes a de humanos! Seis vezes! Isso quer dizer que temos mais ou menos trinta e seis bilhões de ruminantes nas paragens do mundo. Estes rebanhos consomem pasto - e aliás, onde existe esse pasto para os bois, poderia existir horti-culturas das mais diversas, o que comprovadamente forneceria muito mais alimento aos famigerados do mundo, já que para cada cabeça de gado é necessário um espaço médio de um hectare (ou 10.000m²) - e de sua digestão, é emanado gás metano, este sendo um dos mais vorazes agressores da camada de ozônio.

Sabendo disso, eu posso me considerar um irresponsável e hipócrita, pois defendo todas políticas de caráter ecológico, mas continuo a comer carne! Claro, é muita ingenuidade achar que reduzindo somente a fabricação de carne iríamos ter uma diminuição considerável do efeito estufa, mas seria um bom exemplo, vindo da população mundial para os grandes empresários e governantes, do espírito de "faça sua parte".

A raça humana está fadada ao ocaso. Em breve, teremos temperaturas tão altas, que será impossível ficar na rua em céu aberto. Talvez catástrofes naturais aconteçam tais quais conspirações apocalípticas, ou talvez simplesmente nos matemos por um gole d'água.

O que interessa é que todos temos a ver com isso, sim! Todos somos responsáveis - ou irresponsáveis - pela situação atual ou pelo agravamento dela. Cientistas comentam que o derretimento total das geleiras dar-se-á daqui a quarenta anos - isso, aliás, eles vêm dizendo há tempos - mas, é necessário enfatizar que o derretimento não precisa ser total para que o planeta entre em colapso.




quinta-feira, dezembro 14, 2006
Video-aulas de guitarra...

Eu estava olhando alguns vídeos no YouTube, de um amigo meu que toca guitarra havaiana (conhecida como "steel guitar") quando, naquela lista à direita, que mostra algumas outras exibições relacionadas, achei algo maravilhoso: em suma, são video-aulas de guitarra com um sujeitinho muito peculiar. O nome do cara é Kristopher Dahl - ou pelo menos é como ele se identifica... Confira abaixo, porque eu não tenho nenhum comentário a fazer, absolutamente!






quarta-feira, dezembro 13, 2006
Livro de visitas!

Buenas! Adicionei um livro de visitas ao site! Acho que ninguém vai escrever nada lá (porque ninguém visita o site mesmo)... Mas de qualquer forma, eu acho um recurso legal!

É só clicar no link "guest-book" no menu à esquerda. Por ora é isso!





Atualizações no site...
Para constar:

  • Adicionado à seção "downloads", um pacote com a ROM "Akumajou Dracula (Castlevania)" e seu respectivo emulador para o sistema X68000; e
  • Adicionado, também à seção "downloads", o cliente de IRC "QwIRC".

Buenas, por ora é isso!




sexta-feira, dezembro 08, 2006
Trabalhos de Ron Mueck


Eu não ia postar nada hoje, não estava com vontade... Mas, olhando meus e-mails, achei uma apresentação para PowerPoint do trabalho do artista australiano Ron Mueck. Esse ramo artístico do qual ele faz parte é conhecido como hiper-realismo, e engloba não só esculturas - que é a área de Ron Mueck - mas também pintura e outras formas de expressão.

Se por acaso você nunca ouviu falar no sujeito, a apresentação em PPS está disponível na seção "outros" do site. Já aviso que vale muuuuuito a pena.

Buenas, por ora é isso!




domingo, dezembro 03, 2006
Crash - No Limite

Não é lançamento, mas só fui ver agora há pouco. Gostei muito de Crash - No Limite. É um daqueles filmes que fazem a gente pensar a respeito do absurdo cotidiano em que vivemos. A temática do filme é preconceito - racial principalmente, mas também sexual, étnico e social - apesar de não se ater a isso somente.

O filme não exibe um protagonista, mas vários antagonistas que têm suas vidas entrelaçadas por algum incidente. A narrativa não linear, propõe pontos de vistas aleatórios que acabam por incidir em histórias comuns a todos nós. Quem não se identifica com algum dos personagens do filme? Temos negros, brancos, latinos, orientais, homens, mulheres, ricos, pobres... Talvez tenham esquecido dos homossexuais, mas as características exaltadas não são, tão pouco, superficiais a ponto de nos atermos simplesmente a sexualidade, "status" social e cor de pele... Isso é que torna o filme tão mais intenso!

Vive-se no limite, porque temos que engolir sapos e fechar os olhos ante a problemas que batem de punho cerrado em nossa cara. Vive-se no limite porque sabemos que, ou nos sujeitamos, ou morreremos de fome (quando nossa alma está morrendo de remorso por não podermos fazer nada a respeito).

Crash mostra a decadência de uma sociedade civilizada e isso na mais brasileira das cidades americanas: Los Angeles! É um caldeirão de gente, uma mistura de culturas, - e principalmente um confronto destas - uma violência exacerbada e contraste social tão grande. Acho que é por isso que a idéia dos paralelo que podemos traçar com os personagens do filme fica tão evidente - pelo menos a mim, não é necessário sequer fazer esforço para enxergar um retrato do Brasil ali.

Por último, é um ótimo filme: boa direção (Paul Haggis, que havia trabalhado com Clint Eastwood em "Menina de Ouro", mas não como diretor) e ótimo elenco (Sandra Bullock, Brendan Fraser, Matt Dillon, entre outros) com um roteiro muito bem escrito. Vale a pena!




sábado, dezembro 02, 2006
Atualizações no site...

Buenas tchê... Não tenho muito o que comentar nesse instante... Não dormi essa noite, portanto, minha lucidez não é das melhores. Apenas, vou notificar as atualizações do site, pura e simplesmente isso:
  • Adicionei algumas fotos dos meus bichos;
  • Adicionei o aplicativo DVD Shrink a seção "downloads".
Estou terminando uma "tradução", digamos assim, do tutorial disponível em www.emulatronia.com, que detalha como adaptar um controle do video-game PlayStation para o PC. O projeto é bastante interessante - além de ser totalmente funcional, eu mesmo montei um controle destes pra mim...

Para encerrar, mais uma tirinha do Calvin! Por ora, é isso!






arquivo...

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